(Números 16:1-41)

1 Corá, filho de Isar, neto de Coate, bisneto de Levi, reuniu Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e Om, filho de Pelete, todos da tribo de Rúben,

2 e eles se insurgiram contra Moisés. Com eles estavam duzentos e cinqüenta israelitas, líderes bem conhecidos na comunidade e que haviam sido nomeados membros do concílio.

3 Eles se ajuntaram contra Moisés e Arão, e lhes disseram: “Basta! A assembléia toda é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles. Então, por que vocês se colocam acima da assembléia do Senhor? “

4 Quando ouviu isso, Moisés prostrou-se, rosto em terra.

5 Depois disse a Corá e a todos os seus seguidores: “Pela manhã o Senhor mostrará quem lhe pertence e fará aproximar-se dele aquele que é santo, o homem a quem ele escolher.

6 Você, Corá, e todos os seus seguidores deverão fazer o seguinte: peguem incensarios

7 e amanhã coloquem neles fogo e incenso perante o Senhor. Quem o Senhor escolher será o homem consagrado. Basta, levitas! “

8 Moisés disse também a Corá: “Agora ouçam-me, levitas!

9 Não lhes é suficiente que o Deus de Israel os tenha separado do restante da comunidade de Israel e os tenha trazido para junto de si a fim de realizarem o trabalho no tabernáculo do Senhor e para estarem preparados para servir a comunidade?

10 Ele trouxe você e todos os seus irmãos levitas para junto dele, e agora vocês querem também o sacerdócio?

11 É contra o Senhor que você e todos os seus seguidores se ajuntaram! Quem é Arão, para que se queixem contra ele? “

12 Então Moisés mandou chamar Datã e Abirão, filhos de Eliabe. Mas eles disseram: “Nós não iremos!

13 Não lhe basta nos ter tirado de uma terra onde manam leite e mel para matar-nos no deserto? E ainda quer se fazer chefe sobre nós?

14 Além disso, você não nos levou a uma terra onde manam leite e mel, nem nos deu uma herança de campos e vinhas. Você pensa que pode cegar os olhos destes homens? Nós não iremos! “

15 Moisés indignou-se e disse ao Senhor: “Não aceites a oferta deles. Não tomei deles nem sequer um jumento, nem prejudiquei a nenhum deles”.

16 Moisés disse a Corá: “Você e todos os seus seguidores terão que apresentar-se amanhã ao Senhor, você, eles e Arão.

17 Cada homem pegará o seu incensário, nele colocará incenso e o apresentará ao Senhor. Serão duzentos e cinqüenta incensários ao todo. Você e Arão também apresentarão os seus incensários”.

18 Assim, cada um deles pegou o seu incensário, acendeu o incenso, e se colocou com Moisés e com Arão à entrada da Tenda do Encontro.

19 Quando Corá reuniu todos os seus seguidores em oposição a eles à entrada da Tenda do Encontro, a glória do Senhor apareceu a toda a comunidade.

20 E o Senhor disse a Moisés e a Arão:

21 “Afastem-se dessa comunidade para que eu acabe com eles imediatamente”.

22 Mas Moisés e Arão prostraram-se, rosto em terra, e disseram: “Ó Deus, Deus que a todos dá vida, ficarás tu irado contra toda a comunidade quando um só homem pecou? “

23 Então o Senhor disse a Moisés:

24 “Diga à comunidade que se afaste das tendas de Corá, Datã e Abirão”.

25 Moisés levantou-se e foi para onde estavam Datã e Abirão, e as autoridades de Israel o seguiram.

26 Ele advertiu a comunidade: “Afastem-se das tendas desses ímpios! Não toquem em nada do que pertence a eles, senão vocês serão eliminados por causa dos pecados deles”.

27 Eles se afastaram das tendas de Corá, Datã e Abirão. Datã e Abirão tinham saído e estavam de pé, à entrada de suas tendas, junto com suas mulheres, seus filhos e suas crianças pequenas.

28 E disse Moisés: “Assim vocês saberão que o Senhor me enviou para fazer todas essas coisas e que isso não partiu de mim.

29 Se estes homens tiverem morte natural e experimentarem somente aquilo que normalmente acontece aos homens, então o Senhor não me enviou.

30 Mas, se o Senhor fizer acontecer algo totalmente novo, e a terra abrir a sua boca e os engolir, junto com tudo o que é deles, e eles descerem vivos ao Sheol, então vocês saberão que estes homens desprezaram o Senhor”.

31 Assim que Moisés acabou de dizer tudo isso, o chão debaixo deles fendeu-se

32 e a terra abriu a sua boca e os engoliu juntamente com suas famílias, com todos os seguidores de Corá e com todos os seus bens.

33 Desceram vivos à sepultura, com tudo o que possuíam; a terra fechou-se sobre eles, e pereceram dentre a assembléia.

34 Diante dos seus gritos, todos os israelitas ao redor fugiram, gritando: “A terra vai nos engolir também! “

35 Então veio fogo da parte do Senhor e consumiu os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam incenso.

36 O Senhor disse a Moisés:

37 “Diga a Eleazar, filho do sacerdote Arão, que apanhe os incensários dentre os restos fumegastes e espalhe as brasas, porque os incensários são santos.

38 Os incensários dos homens que pelo seu pecado perderam a vida serão batidos em forma de lâminas e servirão de revestimento do altar, pois foram apresentados ao Senhor e se tornaram sagrados. Que sejam um sinal para os israelitas”.

39 O sacerdote Eleazar juntou os incensários de bronze que tinham sido apresentados pelos que foram consumidos pelo fogo. Os incensários foram batidos e serviram de revestimento do altar,

40 como o Senhor tinha dito por meio de Moisés. Isso foi feito como memorial para os israelitas, a fim de que ninguém que não fosse descendente de Arão, queimasse incenso perante o Senhor, para não sofrer o que Corá e os seus seguidores sofreram.

41 No dia seguinte toda a comunidade de Israel começou a queixar-se contra Moisés e Arão, dizendo: “Vocês mataram o povo do Senhor”.

42 Quando, porém, a comunidade se ajuntou contra Moisés e contra Arão, e eles se voltaram para a Tenda do Encontro, repentinamente a nuvem a cobriu e a glória do Senhor apareceu.

43 Então Moisés e Arão foram para a frente da Tenda do Encontro,

44 e o Senhor disse a Moisés:

45 “Saia do meio dessa comunidade para que eu acabe com eles imediatamente”. Mas eles se prostraram, rosto em terra;

46 e Moisés disse a Arão: “Pegue o seu incensário e ponha incenso nele, com fogo tirado do altar, e vá depressa até a comunidade para fazer propiciação por eles, porque saiu grande ira da parte do Senhor e a praga começou”.

47 Arão fez o que Moisés ordenou e correu para o meio da assembléia. A praga já havia começado entre o povo, mas Arão ofereceu o incenso e fez propiciação por eles.

48 Arão se pôs entre os mortos e os vivos, e a praga cessou.

49 Foram catorze mil e setecentos os que morreram daquela praga, além dos que haviam morrido por causa de Corá.

50 Então Arão voltou a Moisés, à entrada da Tenda do Encontro, pois a praga já havia cessado.

Números

A Rebelião de Corá

O Desafio da Autoridade (Números 16:1-15)

Corá, Datã, Abirão e seus seguidores desafiaram a liderança de Moisés e Aarão, alegando que toda a assembleia era santa e que eles não deveriam se exaltar acima dela. Moisés, em resposta, provou a sua autoridade ao declarar que Deus revelaria quem era santo e escolhido.

O Teste do Incenso (Números 16:16-35)

Moisés e Arão, juntamente com Corá e seus seguidores, foram instruídos a trazer incensários ao tabernáculo no dia seguinte. O incenso ofereceria um teste para determinar quem Deus escolheria. Quando Corá e seus seguidores ofereceram incenso, fogo desceu do céu e os consumiu.

O Julgamento da Terra (Números 16:31-34)

O chão se abriu sob Corá, Datã e Abirão, e a terra os engoliu junto com suas famílias e seguidores. Isso serviu como um julgamento severo de Deus sobre aqueles que desafiaram sua autoridade. O povo fugiu em terror, temendo ser engolido também.

A Intercessão de Arão (Números 16:36-50)

Uma praga começou a se espalhar entre o povo, e Moisés instruiu Arão a fazer propiciação por eles. Arão tomou um incensário e correu entre os mortos e os vivos, oferecendo incenso. A praga cessou, salvando a nação da destruição total.## Rebelião de Corá, Datã e Abirão (Números 16:1-11)

Corá, Datã e Abirão, juntamente com outros 250 membros da comunidade israelita, se rebelaram contra a liderança de Moisés e Arão. Eles questionaram a autoridade de Moisés e acusaram-no de se exaltar acima da assembléia. Moisés respondeu com humildade, propondo um teste para determinar quem Deus escolheria como seu representante.

A Prova do Fogo (Números 16:12-35)

Moisés instruiu os rebeldes a trazerem incensários no dia seguinte e a oferecerem incenso perante o Senhor. Aquele que o Senhor escolhesse seria o escolhido. No dia seguinte, Corá e seus seguidores apresentaram seu incenso, enquanto Moisés e Arão também trouxeram incensários. A glória do Senhor apareceu e fogo consumiu os incensários dos rebeldes, destruindo-os.

O Castigo Divino (Números 16:31-35)

O chão se abriu sob Corá, Datã e Abirão, e eles foram engolidos vivos pela terra, juntamente com suas famílias e bens. O fogo do céu consumiu os 250 homens que haviam oferecido incenso ilegalmente. O castigo divino foi um lembrete do perigo de se rebelar contra a autoridade ordenada por Deus.

A Intercessão de Moisés e Arão (Números 16:41-50)

Apesar do castigo, a comunidade israelita murmurou contra Moisés e Arão, acusando-os de matar o povo do Senhor. Deus enviou uma praga sobre o povo, e muitas pessoas morreram. Moisés e Arão intercederam pelo povo, e Arão ofereceu incenso para fazer propiciação. A praga cessou, demonstrando a misericórdia de Deus e o poder da intercessão.## Revolta de Corá e seus Seguidores (Números 16:1-11)

Revolta contra a liderança: Corá, Datã e Abirão, acompanhados por 250 israelitas de destaque, questionaram a liderança de Moisés e Arão, alegando que todos eram santos e, portanto, não deveria haver uma hierarquia. Moisés, em resposta, humilhou-se perante Deus e desafiou Corá e seus seguidores a provar seu favor divino por meio de uma prova de incenso.

A Prova do Incenso: Moisés convocou uma prova no dia seguinte, na qual cada parte ofereceria incenso ao Senhor. Quem fosse escolhido por Deus seria considerado o verdadeiro sacerdóte. Moisés também repreendeu os levitas por sua ambição e desejo pelo sacerdócio, que era reservado exclusivamente a Arão.

A Intervenção Divina: Na prova, Deus interveio dramaticamente, consumindo os 250 homens que ofereceram incenso em desafio a Moisés e Arão. A terra se abriu e engoliu Corá, Datã e Abirão, junto com suas famílias e bens. Este castigo divino serviu como um sinal de desaprovação da rebelião e um lembrete da autoridade incontestável de Deus e de seus escolhidos.

O Censo do Incensário (Números 16:36-40)

Incensários como Memorial: Deus ordenou a Moisés que coletasse os incensários dos homens consumidos pelo fogo e os batesse em lâminas para revestir o altar. Esses incensários serviriam como um memorial da gravidade da rebelião e um aviso contra futuras tentativas de desafiar a autoridade de Deus e de seus representantes escolhidos.

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